sábado, 6 de setembro de 2008

Sanidade praque?!?




A pois é, sanidade praque?

Pra gente impor pra próxima geração as mesmas regras, dogmas e tabus que nos foram impostos? Pra gente se conformar em ser moldados e dizer amém a tudo que nos impõem, como se não tivessemos, idéias, vontades e desejos?

Sanidade praque?

Pra gente ser responsável, cidadão modelo, burguês padrão? (desculpa aí Renato Russo) Pra gente seguir a tendência da vez, a moda da hora, a música do momento?

Sanidade praque?

Pra gente poder agradar a quem não se agrada, deixar feliz quem não sabe ser feliz, calar nossas idéias pra ouvir quem não tem nada pra dizer?

Tô fora, prefiro a minha insanidade, prefiro seguir minhas idéias. fazer o que tenho vontade, seguir a minha inteligência, APRENDER com meus erros, festejar minhas vitórias e te juro que é bem melhor desse jeito. Também não sou besta a ponto de achar que posso fazer o que eu quiser sem ter que responder por isso perante os outros, perante a minha consciência e perante Deus, eu tenho fé em um ser superior.

A insanidade que eu falo são as atitudes que divergem dos padrões vigentes. O que a gente esquece é que somos NÓS que fazemos os tais padrões vigentes, então se o mundo tá uma merda bóra mudar, se a batalha tá pesada bóra vencer duma vez, se nos pedem ajuda bóra ajudar, a gente sempre adora ser ajudado então vamos fazer a nossa parte ajudando.

De onde eu tirei essas idéias? Do último filme do Batman, virei fã do Coringa. Tudo bem que ele é o arauto do caos. Ele despreza os outros humanos e só quer tocar o foda-se no último volume. Mas se tu pegar as idéias dele e aplicar no planeta terra em vez de Gothan City dá certo. Pra que tanta regra, norma, tabu e dogma? Vamos fazer o que o nosso coração nos diz. Agir com coragem, confiança, respeito ao próximo e principalmente moldar nosso caráter conforme as nossas idéias e não conforme o que nos é imposto.

Batman? aquele riquinho metido a besta que não sabe o que quer e o que faz da vida.... Fodão é o coringa que quando tem uma idéia vai lá e faz. Bota a testa no cano do trêsoitão se precisar. Mas defende o que quer.

sexta-feira, 5 de setembro de 2008

Dia de amorcegar




Sexta-feira com chuva, excelente dia pra dar uma amorcegada. Tô aqui terminando meu último projeto da semana, ouvindo Nando Reis e atualizando o blog. Semana puxadaça é verdade, mas produtiva.
Enquanto fazia esse meu derradeiro projeto da semana me veio na cabeça algumas saudades do que eu não vivi. Sim sexta de chuva e sozinho no escritório fiquei melancólico. (e não EMO, vamos se respeitar).
Nando Reis de fundo e eu projetando uma cozinha que por essas coisas da vida ficou no estilo da cozinha de uma antiga ex futura namorada. Não sei porque o projeto foi ficando parecido com o estilo da cozinha que ela tinha. E sei menos ainda o porque eu lembrei dela, afinal não vejo essa menina a mais de 10 anos.
Mas foi inevitável a avalanche de "se's". Se naquele tempo eu tivesse chegado junto, se eu não tivesse deixado virar amizade, como estaríamos agora?
Provavelmente já não estaríamos juntos, eu sou horrível de conviver. Uma ex minha já me disse que eu sou que nem ilha deserta, interessante, um sonho de consumo, ótimo de ver e visitar mas inviável de ficar muito tempo. Nem posso reclamar delas (das ex's) sei que sou assim mesmo. Não apronto, vivo dando presente e agradando, mas sei lá, sempre acaba caindo na rotina e eu acabo enjoando daquele rostinho lindo, ou o rostinho lindo enjoando de mim.

Mas não dá nada, melancolia tem cura, acabei de descobrir. Chama-se blog, tô indo pros favoritos visitar alguns blogs. Bom fim de semana procêis


A propósito se de alguma forma esse texto acordou a melancolia em alguém, recomendo o remédio/link abaixo.

http://asttro.blogspot.com/

terça-feira, 26 de agosto de 2008

Tem uns por aí que tem mais é que tomar..........





Coisa que me irrita é esse povo que não tem coragem, que não acredita em si mesmo. Que tem idéias mas tem vergonha de expressar o que sabe, sente e pensa.
Um exemplo clássico são os textos que recebemos por emails. Textos claramente escritos por anônimos que pra disfarçar a própria vergonha assina a “obra” com o nome de Arnaldo Jabor, Luiz Fernando Veríssimo, Martha Medeiros......
Mas pra quem já leu algum texto desses escritores, fica claro a diferença no estilo e nas idéias, na forma construtiva e nos argumentos.
Porque não assinam de próprio punho (ou teclado)? Não acreditam em si mesmo a ponto de precisar utilizar esse artifício patético? Eu não levo a sério quem não acredita em si mesmo. Se a pessoa não se respeita a ponto de se esconder atrás de outros nomes, porque eu deveria respeitar?
Aliás, tem duas raças de humanos que eu não respeito, quem não acredita em si mesmo e quem vive pra reclamar sem motivo, que acha que só ele(a) tem problemas e que o mundo tem que ficar paparicando e servindo de muleta pra que ele(a) possa despejar suas lamúrias.
Pra quem não se respeita ou pra quem vive choramingando eu desejo que faça que nem o gaiato da foto. Que vá tomar no.....


Indignadamente chumbado, tijolado e digitado pelo Segato.

segunda-feira, 14 de julho de 2008

Tem dia que só bebendo mesmo


Sabe aqueles dias em que o universo se une pra testar a tua paciência? Pozé, tá bem assim hoje. Sim, eu sei, problemas todos temos, mas hoje eles resolveram fretar uma Van e aparecer todos ao mesmo tempo, tipo visita de parente no dia em que tu inaugura a piscina.

Vá lá, eu sei que dificuldades são pros fortes, mas tem hora que cansa, o que conforta é lembrar que o fim de semana foi legal. Um churras no sábado de tarde com quase toda tigrada presente e uma janta a noite com a galera de fé das antiga, sabadão foi ótimo mesmo, pena que me perdi no horário e não pude ir festiar. (Desculpa aê pelo bolo sem intenção.)

Mas é um santo remédio pensar nos amigos e nos momentos bons no meio da batalha diária. Momentos que nem sábado de muita risada, empulhação e tiração não tem preço (e tem gente que gasta uma nota em terapia). Rir realmente é um ótimo remédio. Tô aprendendo a rir de mim mesmo também, das minhas indiadas e vou te dizer, a vida fica bem melhor. Eu recomendo.

Quanto a avalanche de problemas, não dá nada, com certeza agora vai melhorar, as tempestades já bateram, agora é trabalhar e pensar positivo que logo clareia tudo. Foi só pensar no que foi o sábado que já deu um alívio. Tomara que sábado que vem tenha outra dessas.



terça-feira, 1 de julho de 2008

Assino embaixo

PRECISANDO DE AMOR

Quem não gosta de ser amado? Ser paparicado?
Receber atenção especial, presentinhos e beijinhos doces?
Quem não gosta de surpresinhas gostosas, beijo na boca e abraços apertados?
Quem é que de livre e espontânea vontade prefere a solidão a uma boa
companhia?
Ora, todo mundo quer uma boa companhia e de preferência para o todo sempre.
Mas conviver com essa 'boa companhia' diariamente por 3, 5, 10, 15, 25 anos
é que é o difícil.
No começo dos relacionamentos e até 1 ano de vida amorosa, tudo são mais ou
menos flores, (se o seu relacionamento tem menos de um ano e já é mais de
brigas e discussões, (caia fora dessa fria). Não adianta você dizer que
depois de três meses apenas que 'encontrou o amor de sua vida', porque o
amor precisa de convivência para ser devidamente testado. Nesse mundo
maluco e agitado, as pessoas estão se encontrando hoje, se amando amanhã e
entrando em crise depois de amanhã.
Uma coisa frenética e louca que tem feito muita gente, que se julgava
equilibrada, perder os parafusos e fazer muita besteira.
Paixão, loucura e obsessão, três dos mais perigosos ingredientes que estão
crescendo nos relacionamentos de hoje em dia por causa da velocidade das
informações e o medo de ficar sozinho.

As pessoas não estão conseguindo conviver sozinhas com seus defeitos,
vícios e qualidades, e partem desesperadamente para encontrar alguém, a
tal da alma gêmea, e se entregam muitas vezes aos primeiros pares de olhos
que piscam para o seu lado.
É uma guerra para não ficar sozinho.
Medo? Com medo de se encarar no espelho e perceber as próprias deficiências?
Com medo de encarar a vida e suas lutas?

Então a pessoa consegue alguém (ou acha que está nascendo um grande
amor),fecha os olhos para a realidade e começa a viver um sonho, trancado
em si.
Mesmo, nos quartos e no seu egoísmo, a pessoa transfere toda a sua carência
para o (a) parceiro (a), transfere a responsabilidade de ser feliz para uma
pessoa.
Que na verdade ela mal conhece.
Então, um belo dia, vem o espanto, a realidade, o caso melado, o 'falso
amor' acaba, e você que apostou todas as suas fichas nesse romance fica sem
chão, sem eira nem beira, e o pior: muitas vezes fica sem vontade de viver.

Precisamos urgentemente voltar o costume 'antigo' de 'ter tempo', de dar um
tempo para o tempo nos mostrar quem são as pessoas.

Namorar é conhecer, é reconhecer, é a época das pesquisas, do
reconhecimento...

Se as pessoas não se derem um tempo, não buscarem se conhecer mais, logo em
breve teremos milhares de consultórios lotados de 'depressivos' e
cemitérios cada vez mais cheios de suicidas 'seres cansados de si
mesmos...'.

Faça um bem para si mesmo e para os outros: quando iniciar um
relacionamento procure dar tempo para tudo: passeie muito de mãos
dadas,converse mais sobre gostos e preferências, conheça a família e mostre
a sua,descubra os hábitos e costumes.

Parece careta demais?
Que nada, isso é a realidade que pode salvar o relacionamento e muitas vidas.
Pense nisso e se gostar, passe essa mensagem para frente; quem sabe se
juntos, não ajudamos alguém carente de amor a encontrar um motivo para ser feliz.
Muita pretensão? Não, só vontade de te ver feliz. Eu acredito em você! E acredito no amor que faz bem.

quinta-feira, 12 de junho de 2008

Dia oficial dos namoramento


"Perhaps love is like a resting place, a shelter from the storm
It exists to give you comfort, it is there to keep you warm
And in those times of trouble when you are most alone
The memory of love will bring you home

Perhaps love is like a window, perhaps an open door
It invites you to come closer, it wants to show you more
And even if you lose yourself and don't know what to do
The memory of love will see you through

Oh love to some is like a cloud, to some as strong as steel
For some a way of living, for some a way to feel
And some say love is holding on and some say letting go
And some say love is everything, and some say they don't know

Perhaps love is like the ocean, full of conflict, full of pain
Like a fire when it's cold outside, thunder when it rains
If I should live forever, and all my dreams come true
My memories of love will be of you

Some say love is holding on and some say letting go
And some say love is everything and some say they don't know

Perhaps love is like the ocean, full of conflict, full of pain
Like a fire when it's cold outside, thunder when it rains
If i should live forever, and all my dreams come true
My memories of love will be of you"


Música: Perhaps Love (by John Denver & Plácido Domingo) Azar, eu gosto. Baita som


Tá bom, tá bom. Vou colocar a tradução


"Talvez o amor seja como um local de descanso,
um abrigo da tempestade
Ele existe para te oferecer conforto,
Ele está lá para te manter aquecido
E naqueles tempos de dificuldade
Quando você está na maior parte sozinho,
A lembrança do amor vai te trazer para casa

Talvez o amor seja como uma janela,
Talvez uma porta aberta,
Ele te convida para chegar mais perto,
Ele quer te mostrar mais
E mesmo se você perder a si mesmo e não souber o que fazer,
A lembrança do amor vai te acompanhar

O amor para alguns é como uma nuvem,
Para alguns tão forte como o aço
Para alguns um modo de vida,
para alguns um modo de sentir.
E alguns dizem que o amor está persistindo
E alguns dizem que está desistindo
E alguns dizem que o amor é tudo
E alguns dizem que não sabem...

Talvez o amor seja como o oceano,
Repleto de conflito, repleto de dor
Como uma chama quando está frio lá fora,
Um trovão quando chove.
Se eu viver eternamente
E todos os meus sonhos tornarem-se realidade,
Minhas lembranças do amor serão sobre você..."




Homenagem deste humilde blog a todos que conhecem o melhor e mais puro sentimento do mundo. O de ser amado por quem a gente ama.

Feliz dia dos namorados procêis

quarta-feira, 11 de junho de 2008

O fardo e o Ombro

Galera essas últimas semanas que passaram foram complicadas pra mim. Por isso até que estou demorando pra postar. Uma sucessão de coisas aconteceram na minha vida, alguns amigos até falaram “Vai te benzê”, “A bruxa ta solta”. Mas realmente foram duas semanas de tempestade. Aconteceram várias coisas, perda significativa de faturamento na minha empresa, casos de saúde agravados na família, amigos muito queridos e próximos com diagnósticos de doenças sérias, noites em claro ou mal dormidas atendendo familiares e ontem uma tentativa de arrombamento na minha casa. A impressão que eu tinha era de estar vivendo um pesadelo atrás de outro, com a desvantagem de não poder acordar.

Mas é nessas horas em que parece estarmos sozinhos em meio a batalha que devemos serenar. Foi o que eu fiz, parei o que estava fazendo e orei em busca de equilíbrio. E ele veio. Quando estamos no meio do turbilhão a única coisa que não fazemos é o que mais precisamos fazer, que é pedir ajuda pra quem está lá em cima

E a ajuda veio mesmo, depois que eu me acalmei minha mente abriu, vi que as dificuldades financeiras e a doença dentro de casa estão unindo mais a família, que apesar da tentativa de arrombamento nada foi levado e ninguém se machucou, os problemas de saúde com os amigos tem cura.

Os problemas sumiram com a oração? Não, mas tomaram as devidas proporções, não há nenhum fim do mundo, o leão é manso e o tigre é de papel. Lembrei de um ditado que diz que o fardo é conforme o ombro. Que Deus na sua infinita bondade não iria nos dar problemas maiores do que podemos resolver. Como diria os Demônios da Garoa “Deus dá o frio, conforme o cobertor”

Dificuldades são pros fortes, mas também não adianta olhar pro céu com muita fé e pouca luta, cada um tem a sua tarefa na batalha diária da vida. Portanto, por experiência própria eu aconselho, faça sempre a sua parte pra se melhorar e crescer e no que não estiver ao seu alcance, confia em Deus, no seu Anjo Guardião e nos amigos verdadeiros.

É no fogo que os melhores aços se forjam, é na lapidação que a gema bruta se torna uma pedra preciosa e são nas dificuldades que nós nos melhoramos e nos tornamos mais fortes.

Quem tem força, confiança e fé vai muito mais longe.

terça-feira, 27 de maio de 2008

Sempre dá pra piorar

Estava falando esses dias com a Daia no MSN em como andam os relacionamentos atuais. Eu contando o que eu não entendo nas atitudes de algumas mulheres e ela escrevendo sobre o que não acha certo nos homens. Acabamos chegando a conclusão que o homem e a mulher acabam agindo igual ao que condenam e nem se dão conta.

Nós homens, por exemplo, separamos sexo de amor, aliás muitas vezes alguns de nós usam o amor para obter sexo. (algumas mulheres usam o sexo pra obter amor, portanto ninguém é inocente nessa história). Mas o que eu quis dizer é que para nós amor e sexo são coisas diferentes, um existe sem o outro, os dois juntos é o paraíso, mas eles sobrevivem sozinhos. Portanto acontece muitas vezes do homem manter um relacionamento porque o sexo é bom, mesmo não nutrindo nenhum sentimento a mais pela mulher.

As mulheres acham esse comportamento masculino no mínimo lamentável, se sentem usadas, mas, porém, contudo e entretanto.

Meninas botem a mão na consciência, quantas vezes vocês entraram num relacionamento por carência, conforto ou medo da solidão?

E o que acontece nesses relacionamentos em que homem entra por causa do sexo e a mulher entra por carência? Falta algo, há um vazio, uma falta de assunto, um branco, um buraco, um vácuo. Falta amor.

O amor é a argamassa que une homem e mulher, preenche, liga, une e protege. Sem essa argamassa o relacionamento fica frágil, sujeito a ser quebrado por qualquer pessoa aparentemente melhor que cruze o caminho. Trocando de parceiro ou parceira como se troca de carro quando aparece um melhor e a gente alcança.

E aí só vai piorando o negócio, a insatisfação aumenta, entra a frustração, corações serenos e quase felizes se tornam magoados e vingativos, relacionamentos rompidos, tudo em busca de um prazer, ou companhia melhores. Mas continua faltando algo a mais, o tal do amor.

Não o amor falado, até papagaio fala “Eu te amo” mas falta o amor sentido, o amor verdadeiro o de dentro, que não liga pra defeitos, o que tolera, ajuda, ampara, enfim o amor que ama.

Já me pequei nessa, acabei trocando um relacionamento achando que tava meia boca por outro que achava que ia ser melhor. Pois bem, um tempo depois a menina que eu estava fez a mesma coisa comigo, num nefasto círculo vicioso.

Pois é, quando acharmos que nosso relacionamento ou situação estiver ruim, ao invés de pensarmos em trocar, que tal investir mais? Parar pra pensar porque a relação ta ficando fria, porque caiu na rotina, o que fazer para melhorar, como agradar, dialogar, essas coisas, pois acredite, sempre pode piorar indo pelo caminho mais fácil que é abandonar o barco. O boi da foto que o diga.

segunda-feira, 19 de maio de 2008

Pra quebrar a banca



Vem aí o feriado. Excelente motivo pra esquecer que hoje é SeBunda-feira (dia com mais cara de bunda não existe). Tenho trabalhado bastante então quero quebrar a banca nesse feriado. Muitas risadas, indiadas, bagunça e festa me aguarda. Lógico que dentro do limite do ponderável. Nada de locuráge, mas muita alegria isso sim. Vou estar estando ausente do blog até domingo de noite, vou ter que adiantar bastante coisa pra poder viajar e infelizmente não terei tempo de atualizar. Mas na volta eu me recupero (da falta de postagem e do feriado).

Vocês notaram que a gente torce pra chegar o fim de semana pra poder descansar e o que menos a gente faz é descansar? É festa, é agito, é caminhada, passeio.

Todo mundo torce pra que chegue o fim de semana e ele não passe, ou pelo menos demore pra passar. Mas não tem jeito, logo vem a seBunda-feira pra nos lembrar da realidade do dia a dia. Eu particularmente gosto da segunda feira por um detalhe, é o dia mais distante da outra segunda.

Me vou, tenho que adiantar tudo pra poder viajar.

A propósito se sair no jornal alguma notícia de prefeito decretando calamidade pública por causa de uns malucos que estão de passagem pelo município é tudo mentira.

sexta-feira, 16 de maio de 2008

Sas coisa da vida............

Não sei se vocês sofrem desse mesmo mal que eu sofro (parece coisa de emo vou começar de novo)

Uma coisa que me angustia há tempos (melhorou mas ainda não tá bom continua parecendo emo, vou de novo, again)

Eu tenho uma paranóia que anda comigo a anos. A paranóia de não conhecer coisas maravilhosas que outras pessoas conhecem e que não comentam por achar que todos conhecem.

O meu consolo é que esse “espinho psicológico” também atinge os gênios. Arthur de Faria por exemplo só descobriu Raul Seixas a pouco tempo apesar de conhecer música boa desde pequeno. Azar, pra mim Raul Seixas é top de linha na sua área, de tão inteligente chegava a ser burro às vezes. Mas voltando a minha paranóia...

Quando eu acho que essa paranóia é só paranóia, viagem, besteira. Vem ela e me prova que é real. Descobri a pouco tempo Nando Reis, sim, Nando Reis, eu achava ele chato no Titãs, achava “Marvin” uma música besta. Eis que ouço no rádio uma música que ele fez depois da fase Titã e chapei na música. Cheguei a parar o carro pra ouvir melhor. Pronto, dava pra sentir a paranóia gargalhando e me olhando com cara de “Tá vendo? Eu existo”.

Mas como não gostar de uma música que diz:

“Amor eu sinto a sua falta

E a falta é a morte da esperança

Como o dia em que roubaram seu carro

Deixou uma lembrança

Que a vida é mesmo coisa muito frágil

Uma bobagem, uma irrelevância

Diante da eternidade

Do amor de quem se ama...”

O cara é gênio nas letras, não em todas, mas nessa ele foi. E agora, será que tem outras músicas, outros lugares, outras comidas, outras pessoas, outros livros que são maravilhosos e que todo mundo conhece e não comenta por achar que todos conheçam? O que será que eu ando perdendo? Que jóias preciosas andam por aí que eu não faço idéia que existam?

Só espero que a paranóia não traga a irmã dela (a Insônia) pra vir me visitar.

quinta-feira, 15 de maio de 2008

Finkabáute (Pense a respeito)

Eu não me importo se você lamber janelas, jogar pedra em avião, ou querer bater prego com a cabeça, eu sei que você é meio perturbado ou perturbada mesmo. Mas lembre-se que todos os sessenta segundos que você gastar com irritação ou perturbação é um minuto de felicidade que nunca mais irá voltar.

A mensagem de hoje é:

A vida é curta, quebre as regras, perdoe rapidamente, beije demoradamente, ame verdadeiramente, ria incontrolavelmente e nunca deixe de sorrir, por mais estranho que seja o motivo.

A vida pode não ser a festa que esperávamos, mas enquanto estamos aqui, deveríamos dançar.




Obrigado pelo email Vaníssia

quarta-feira, 14 de maio de 2008

Pequenos prazeres

A vida tem pequenos prazeres que se bem degustados fazem cada dia valer a pena.

Estava envolvido no trabalho hoje cedo quando minha mãe pediu que eu a levasse ao centro para comprar um remédio para a vó. Aproveitei que o dia está calmo e eu mesmo fui comprar o remédio. E lá fui eu pra aventura de dirigir em Bento.

Pra quem não conhece o caótico tráfego em Bento vou dar uma idéia:

- As ruas são do século XIX, sim, da fundação da cidade em mil oitocentos e oitenta e pouco até hoje nenhuma rua foi alargada ou uma nova foi construída.

- Todas as principais instituições do município ficam no minúsculo centro da cidade (Prefeitura, Secretarias, Bancos, Correios, Hospital, Colégios).

- Bento tem 1 carro para cada 2 habitantes ou seja 50.000 veículos circulando e segundo uma estatística cerca de 200 carros novos são emplacados por mês, ou seja mais 200 pra disputar espaço no trânsito todo mês.

- A prefeitura faz sua parte para incomodar, NENHUMA das sinaleiras da cidade é sincronizada. Coisa mais comum é estarmos no sinal vermelho vendo a sinaleira da outra rua no verde. Quando a nossa fica verde a da frente fica vermelha, dando mais lentidão ao tráfego. Outra “colaboração” da prefeitura é que todas as obras de recapeamento, pintura de faixas de segurança são feitas durante o dia e nas horas de maior tráfego (para que todos vejam as obras e lembrem na hora de votar)

- Pedestre até sabe onde fica a faixa de segurança, mas fica mais divertido e emocionante cruzar entre os carros.

- Motoboys nem vou falar.

- Os pilotos, digo, condutores não são inocentes. Os motoristas de Bento sofrem de um caso raro de daltonia coletiva, confundem verde e vermelho com muita facilidade, estacionam em fila dupla, saídas de garagem, cortam preferências e por aí vai.

Agora que eu dei uma pálida idéia de como é a selvageria no trânsito daqui, finalmente vou contar o que aconteceu hoje. Quem me conhece sabe que eu gosto de incomodar, junte a isso que por teimosia e princípios eu gosto de dirigir dando preferência a quem está estacionando e para pessoas que querem atravessar a rua.

Eis que hoje indo até a farmácia mais barata da cidade (lógico que é no minúsculo centro da cidade), por duas vezes tinham carros tentando sair da vaga de estacionamento mas ninguém dava passagem, eu dei. Na segunda vez a pampa dirigida por um véio que tava atrás de mim buzinou e me xingou, nem dei bola. Logo à frente na esquina do hospital um senhor de idade esperava para atravessar a faixa de segurança, lógico que parei o carro para ele atravessar. Praque? O véio de traz surtou. Sem ver que do outro lado da faixa de segurança um fiscal de trânsito via a cena.

Lógico que eu me fiz de vítima, contei que já tinha sido ameaçado pelo véio, pra encurtar a história, o fiscal de uma geral no carro do véio, uma multa por ele estar sem cinto (outra prática comum na cidade) e eu ria dele sem que o fiscal visse e isso quase fez o véio infartar. Ainda o fiscal obrigou ele a me pedir desculpas pelos gritos e eu fui bem faceiro dirigindo a 40 quilômetros por hora até em casa com o véio sem poder me ultrapassar e com uma multa no bolso. Quando ele finalmente conseguiu me passar eu buzinei e abanei. A impressão que dava é que ele ia morder o volante de tão brabo.

É bem bom incomodar, mas incomodar amparado pela lei, definitivamente não tem preço.

terça-feira, 13 de maio de 2008

Rilaxa....

Rilaxa,

Essa é a ordem do dia. Pra mim mesmo. Noite foi agitada e o dia está sendo corrido. Então eu que sempre falo pra todo mundo: “Rilaxa” hoje estou falando pra mim mesmo. Rilaxa Fabiano.

Por motivos de saúde na família fiquei acordado até as duas da matina. As 6 e meia tava eu brigando com o sono pra poder levantar. Mas é brabo quando o corpo não acompanha o pensamento. O senso de responsabilidade gritando de um lado e o sono do outro. O senso ganhou, até porque tinha muita coisa pra fazer e eu queria fazer logo (maldita ansiedade). E comecei a me atropelar, tomando café de pé enquanto lavava umas louças que estavam na pia. Engoli um sanduba enquanto fazia um chimas e fui me atrapalhando no que eu tava fazendo. Derramei erva, comi apressado, esquentei demais a água e queimei a língua.

A vontade foi de mandar tudo a merda e voltar pra cama, mas respirei fundo e pensei. “Rilaxa que dá certo” Comecei a fazer as coisas com calma e uma coisa de cada vez, começou a dar tudo certo. Em 15 minutos eu já estava trabalhando e o dia começou a render.

Quando a gente faz as coisas com calma e equilíbrio não acontecem acidentes, não é preciso refazer o que na pressa fizemos mal feito, nem perder tempo consertando o que não precisaríamos ter danificado por causa da correria. Impressionante como isso vale pra tudo. Relacionamentos, amizades, trabalho, estudo, tudo. Vivo dizendo pros outros “rilaxa” mas minha vida seria bem mais tranqüila se eu também ouvisse meus próprios conselhos.


A pois é....

ONDE FOI PARAR O TEMPO?
Sobre o tempo que ganhamos.
( desconheço o autor )
Havia mais terrenos baldios. E menos canais de televisão.
E mais cachorros vadios. E menos carros na rua.
Havia carroças na rua. E carroceiros fazendo o pregão dos legumes.
E mascates batendo de porta em porta.
E mendigos pedindo pão velho. Por que os mendigos não pedem mais pão velho?
A Velha do Saco assustava as crianças. O saco era de estopa.
Não havia sacos plásticos, levávamos sacolas de palha para o supermercado.
E cascos vazios para trocar por garrafas cheias.
Refrigerante era caro. Só tomávamos no fim de semana.
As latas de cerveja eram de lata mesmo, não eram de alumínio.
Leite vinha num saco. Ou então o leiteiro entregava em casa, em garrafas de vidro.
Cozinhava-se com banha de porco. Toda dona-de-casa tinha uma lata de banha debaixo da pia.
O barbeador era de metal, e a lâmina era trocada de vez em quando. Mas só a lâmina.
As camas tinham suporte para mosquiteiro.
As casas tinham quintais. Os quintais tinham sempre uma laranjeira, ou uma pereira, ou um pessegueiro.
Comíamos fruta no pé.
Minha vó tinha fogão a lenha. E compotas caseiras abarrotando a despensa.
E chimia de abóbora, e uvada, e pão de casa.
Meu pai tinha um amigo que fumava palheiro.
Era comum fumar palheiro na cidade; tinha-se mais tempo para picar fumo.
Fumo vinha em rolo e cheirava bem.
O café passava pelo coador de pano. As ruas cheiravam a café. Chaleira apitava.
O que há com as chaleiras de hoje que não apitam?
As lojas de discos vendiam long plays e fitas K7.
Supimpa era ter um três-em-um: toca-disco, toca-fita e rádio AM (não havia FM).
Dizia-se 'supimpa', que significa 'bacana'. Pois é, dizia-se 'bacana', saca?
Os telefones tinham disco. Discava-se para alguém. Depois, punha-se o aparelho no gancho.
Telefone tinha gancho. E fio.
Se o seu filho estivesse no quarto dele e você no seu escritório, você dava um berro pra chamar o guri, em vez de mandar um e-mail ou um recado pelo MSN.
Estou falando de outro milênio, é verdade.
Mas o século passado foi ontem! Isso tudo acontecia há apenas 20 ou 25 anos, não mais do que o espaço de uma geração.
A vida ficou muito melhor.
Tudo era mais demorado, mais difícil, mais trabalhoso.
Então por que engolimos o almoço? Então por que estamos sempre atrasados?
Então por que ninguém mais bota cadeiras na calçada?
Alguém pode me explicar onde foi parar o tempo que ganhamos?

(Esse texto eu enviei ao Inchauspe que acabou lendo no Cafezinho um tempo atrás, um belo texto, um dos muitos que circulam pela internet mas um dos poucos que realmente valem a pena ler)

segunda-feira, 12 de maio de 2008

Essas coisas do cotidiano.......

Estava sexta-feira dando uma volta de carro (um exercício que faço pra relaxar em dias mais puxados) ouvindo chimarruts e tentando mudar meu equilíbrio quando me aproximei de uma sinaleira, o sinal recém tinha fechado. Então fiquei esperando, olhei para o carro da frente. Uma saveiro, tinha um cara de boné balançando a cabeça ouvindo uma música que eu não identifiquei, no corsa ao meu lado um casal conversava.

Só identifiquei que conversavam após olhar mais atentamente, nunca se sabe olhando de longe, se um gringo está conversando, regendo uma orquestra ou brigando, os gestos são iguais. Mas estavam conversando animadamente e reparei uma coisa.

Em cada carro estava acontecendo uma coisa diferente, apesar de estarmos todos parados, na mesma rua, no mesmo momento. Cada carro com seus detalhes próprios, com suas personalidades diferentes pilotando ao som de músicas diversas. Era uma verdadeira salada sonora para os pedestres que passavam apressados para aproveitar a trégua no trânsito que a sinaleira proporciona.

Todos juntos, mas todos diferentes, como se fossemos pequenos mundos esperando que aquele camaleão eletrônico mudasse de cor do vermelho pro verde. Parece viagem mas não é. Repare da próxima vez que parar numa sinaleira. Cada carro é um pequeno mundo que nos conta uma história, tem os sempre limpos, os sempre sujos, tem os adesivados, os totalmente originais, os peliculados, de pintura metálica, com rodas esportivas. Os carros se tornam um prolongamento da personalidade de quem os dirige. Reparando num carro e no seu interior você decodifica o dono sem fazer força, é um belo exercício para se fazer na sinaleira ao invés de se estressar por ter que ficar parado. Por falar em ficar parado, fui desligado dos meus pensamentos pela buzina do pequeno mundo que estava atrás de mim, incomodado que o sinal tinha aberto e eu não tinha saído ainda. Eu devia ensinar esse exercício a ele.

O Amor não é pros fracos

Na hora da balada todo mundo enche o peito toma um uísque com energético ou uma smirnoff ice e saí pra caçar.

Homem fazendo pose de pegador, mulher fazendo pose de caçadora.

Ele com cara de quem vai colecionar mulher na madrugada ela com cara de quem não vai fazer prisioneiros.

No entanto, passado o efeito do uísque com energético e dos beijos descompromissados, os adeptos da geração "ficante" se dirigem aos consultórios terapêuticos, ou alugam os ouvidos do amigo mais próximo e reclamam de solidão, ausência de interesse das pessoas, descaso e rejeição.

A maioria não quer ser de ninguém, mas quer que alguém seja seu.
Não dá, infelizmente, para ficar somente com a cereja do bolo - beijar de língua, ficar e não ser de ninguém. Para comer a cereja é preciso comer o bolo todo e nele, os ingredientes vão além do descompromisso, como:Não receber o famoso telefonema no dia seguinte, não saber se está namorando mesmo depois de sair um mês com a mesma pessoa, não se importar se o outro estiver beijando outra, etc, etc, etc.

Esse povo desconhece a delícia de assistir a um filme debaixo das cobertas num dia chuvoso comendo pipoca com chocolate quente, o prazer de dormir junto abraçado, roçando os pés sob as cobertas e a troca de cumplicidade, carinho e amor.
Namorar é algo que vai muito além das cobranças. É cuidar do outro e ser cuidado por ele, é telefonar só para dizer bom dia, ter uma boa companhia para ir ao cinema de mãos dadas, transar por amor, ter alguém para fazer e receber cafuné, um colo para chorar, uma mão para enxugar lágrimas, enfim, é ter alguém para amar..

Somos livres para optarmos! E ser livre não é beijar na boca e não ser de ninguém. É ter coragem, ser autêntico e se permitir viver um sentimento...


Enfim, o amor é pros fortes


Autor Desconhecido

quinta-feira, 8 de maio de 2008

Teorizando teorias

Esse texto eu tinha feito para um blog de uma grande amiga, resolvi postar aqui também.

A muito tempo que utilizo um artifício pra tentar entender o que se passa com esse ser vivo interessante, perigoso e fascinante chamado mulher, eu utilizo teorias. Sim, é um sistema tosco e arcaico de tentar entender, mas fazer o que? Sou homem, portanto tenho cérebro limitado. Está provado que as mulheres tem menos neurônios que os homens. Portanto se elas tem menos neurônios e ainda fazem nós homens de bobos, são mais inteligentes. O que remete pra minha primeira teoria:

“MULHER BURRA NASCE HOMEM” nessa teoria nem vou me aprofundar muito pois é óbvia, é fato. Não só porque as mulheres conseguem tudo o que querem sem nem precisar abrir a boca, (basta um olhar, ou um rebolado no caminhar), como também os homens por conta própria se auto-enganam achando que mulher é burra e frágil. Mulher é um ser mais evoluído, superior mesmo. Homem não engana mulher, mulher é que as vezes quer se enganar. O que me remete a outra “tioria” minha:

“CARÊNCIA EMBURRECE A MULHER”. Essa teoria sim merece uma análise. A carência é o único motivo pelo qual as mulheres não dominam de vez esse planeta. Uma mulher carente é praticamente uma kamikaze de saias. Correm atrás dos ex, ficam com cafajestes, (raça que mulher carente adora). Se sujeitam as vontades da minha raça involuída.

Mulher carente é igual a homem bêbado. Ficam com pessoas que em sã consciência nem olhariam, se precisar dar vexame para serem notadas por quem interessa, dão. Enfim, esquecem a inteligência e o amor-próprio. A auto-estima vai pro chinelo e os critérios se dissolvem. E o que a maioria não sabe, ou finge não saber são motivos de horas de conversa em mesa de barzinho.

Os cafajestes que elas comem, dia seguinte tão bem faceiros falando o que fizeram com a mulher carente e obviamente contando mais do que se devia. A gente se olha e pensa. Mas como é que esse babaca foi pegar aquela gata. O que passou na cabeça dela pra se sujeitar a sair com esse cara. Um detalhe importante, não estou falando das interesseiras, pistoleiras e chinelas que tem por aí. Estou falando das mulheres de verdade. Porém carentes.

E o cara bem esparramado na cadeira contando pra quem quiser ouvir o que fez, se a menina estiver por perto ou passar por ele aí ela tá ferrada de verdade. Porque ele vai fazer questão de mostrar quem foi a vítima da noite anterior. Isso se a menina não topar namorar com o cara. Quer dizer, ela vai namorar ele, mas o cara vai continuar na galinhagem.

A carência, não sei se vocês concordam, mas é o freio evolutivo da mulher. É a âncora que afunda sonhos, fábrica das desilusões. A carência é uma das faces da velha professora chamada dor.

Enquanto houver carência feminina a dignidade masculina está salva e os assuntos das rodas de barzinho também.

Enveredando de vereda

Tem tempo que eu gostaria de fazer dum blog uma espécie de confessionário. Não daqueles que a gente vai nas igrejas puxar o saco do padre, falando pequenos pecados e escondendo nossa podridão maior embaixo do tapete. Falo de escrever coisas de mente aberta, espinha ereta e coração tranquilo (valeu Pato Fu). Portanto estou dando um golpe de estado em mim mesmo, convertendo esse blog num confessionário, como se eu estivesse conversando com o monitor. Se muitas pessoas vão acessar esse blog não tenho idéia. Não vou divulgá-lo. Mas comentários serão bem vindos.


Quem acessar buscando dar risadas favor ir para o outro blog.


http:\\cervejeiroscacoclube.blogspot.com

segunda-feira, 14 de abril de 2008

Nicolão o rei da Gâmbia


Sábado teve o glorioso churras em honra ao Santo Ale (Capitão Trevisa que tava de aniversário). Enquanto eu pilotava a churrasqueira o Nicolão mostrou quem é o Mestre da eletrônica. Pra não ter que levar TV, DVD e Microsystem pro quiosque o Nicolão levou o notebook e o som portátil colocou os DVD's rodarem no note e conectou (sabe Deus como conseguiu) no som portátil. Só isso já dava pra dar o título de mestre da gambiarra. Quando ele sacou o celular e conectou no som para tocar umas músicas que ele tinha gravado no cartão de memória do celular não me restou mais dúvida. O Nicolini é o verdadeiro Rei da Gambiarra, meeeeeeeeeeeeeestre.

E o som funfou a noite inteira sem dar pobrema.


Em tempo, a festa estava dentro dos padrões tudo certinho, tudo organizado, galera chegando. Quando chega o Nicolini com a Ana (que está fazendo mestrado em Biologia). Eis que a Ana traz uma planta de presente. E aconteceu o seguinte diálogo:
Eu:
- Ana tu trouxe um presente ou tema de casa?
Ana rindo:
- Eu sou bióloga e esse é meu presente.
Eu:
- Opa, então no meu aniversário vou convidar um ginecologista.

A partir daí a festa degringolou..........


Trevisa baita festa que foi sábado. Um abraço de quebrá costela e trincá paleta

terça-feira, 1 de abril de 2008

sexta-feira, 28 de março de 2008

rárde uôrque

Trabalho duro.


Depois de uma semana de feira (Movelsul) finalmente chegou o fim de semana. Foi puxado. das 6 e meia da matina as 9 da noite em função de feira, projetos, pedidos (graças a Deus), assistências técnicas (infelizmente), negociações e atendendo (puxando saco) de clientes.

Mas já foi. Como todo evento tem fatos memoráveis, alguns vão ficar na lembrança tais como:

- O vendedor do paraná que deu informações para uma pessoa que procurava uma empresa sem se dar conta que ele tava falando com a Danielle Winits, a cara que ele fez quando descobriu foi hilária. Ele queria dar com a cabeça na parede porque nem tirou foto com ela.

- Um concorrente que pegou um crachá de outra pessoa para poder xeretar os detalhes dos nossos lançamentos. O crachá não tinha foto, mas tinha escrito de qual empresa pertencia. O detalhe é que ele pegou um crachá COM NOME DE MULHER e foi reconhecido pegamos no pé dele a feira inteira.

- A cena clássica de uma pessoa sair do banheiro com papel higiênico preso na sola do sapato também teve e foi devidamente filmada.

- Duas senhoras entraram em um stand de uma fábrica de estofados e sentaram nos lançamentos achando que era área de descanso da feira.

E outros fatos piores que não posso contar porque dá processo eh eh eh



No mais um ótimo fim de semana pra todo mundo que passar por aqui. Muitas alegrias, festas, risadas, beijos, nhônhos e afins.

Té segunda

Pra rir (ou pra chorar)





O que me impressiona é que tem gente de pouca cultura e desesperada que cai na conversa desses sanguessugas do dinheiro alheio. Num país sério esses parasitas que sobrevivem enganando pessoas simples não estariam soltos. Por isso que a fé cega é tão perigosa quanto não ter nenhuma fé.

Um país de ovelinhas sempre será governado por lobos.

quinta-feira, 27 de março de 2008

A pois é


Pra quem não sabe essa semana estou trabalhando na Movelsul, maior feira de móveis da américa latina. E como todo ajuntamento de representante comercial tem fofoca, tiração de onda e empulhamento lá não poderia ser diferente. Estavamos numa roda de representante e o assunto era as fortunas que certas pessoas ganham rapidamente. O vendedor de São Paulo lembrou do Eike Batista (ex marido da Luma de Oliveira) que em apenas uma transação em 2007 lucrou 5 BILHÕES de dólares. Sem dar tempo de outros argumentarem um cliente de Minas me larga essa: "Que que adianta ganhar tanto se um bombeiro que ganha 700 reais por mês chifrou ele" e eu no embalo falei: "É pessoal ninguém morre moxo". Pela expressão no olhar dos que estavam na rodinha todos devem ter lembrado que estão fora de casa a quase uma semana. Um silêncio sepulcral tomou conta do stand e nem em churrasco falaram mais.


Menção honrosa do troféu "Não há o que não haja" vai pra organização da Movelsul. De hora em hora a locutora do evento lembrava que era terminantemente proibido fumar dentro dos pavilhões. Sendo que em TODAS as esquinas dos stands haviam lixeiras com cinzeiros colocados pela organização do evento.



Uma coisa que nunca entendi na vida foi "Menção Honrosa" qual o critério para essa premiação? Deve ser a "Miss Simpatia" da categoria troféus. Provavelmente vai pra quem não teve competência pra ser premiado nem em 3º lugar de qualquer coisa, mas como é filho de gente importante dão pra ele a tal menção honrosa.

quarta-feira, 26 de março de 2008

Outra de Tapes

Outra do fim de semana de Tapes. Esse é o bar e mercadinho do Baiano. Não, ele não veio da Bahia, mas o pessoal de lá apelidou o cabra de baiano pela falta de vontade. Se você reparar o bar é todo cercado, não é por segurança mas sim pra que não entre muitos clientes. Ele mantém o bar com os portões fechados e NÃO ABRE NA TEMPORADA. Somente abre depois do carnaval quando o movimento despenca.O "baiano" alega que faz isso porque se ele atender todo mundo não sobra tempo pra ele tomar uma cervejinha com os vizinhos e ele não gosta de trabalhar demais.


Pra quem acha que isso é história de pescador basta de ir a Tapes no Balneário Pinvest e verificar pessoalmente.

Definitivamente, não há o que não haja.

Gênio da engenharia


Esse é um gênio. Tirei essa foto em Tapes no fim de semana. Falei com um vizinho e ele me disse que a construção inferior tem mais de 50 anos e foi reformada só por fora. Aposto uma fanta uva que essa construção não vai ver o ano novo. Pena que eu não encontrei o proprietário dessa maravilha de obra. Eu ia pedir se ele não pretende construir um ginásio no terceiro andar.

Agora é sério


Agora é sério. Quantas vezes você viu alguma anomalia, algo fora do normal, algo inusitado e pensou: "Vou morrer e não vou ver tudo". De tanto ver essas coisas nasceu a idéia de criar um blog pra reunir todas essas coisas, fatos, fotos e vídeos que se não houvesse registro ninguém acreditaria. A partir de hoje vou registrar tudo aqui.

Um detalhe importante é que nada do que for postado aqui será "ajeitado" ou "fabricado" pelos "fotoxóp" da vida. Tudo é real, infelizmente........